janeiro 21, 2007

O muro

Ouvi dizer que o nosso amor acabou mas eu não tive a noção do seu fim (...) a cidade está deserta e alguém escreveu o teu nome em toda a parte: nos carros, nas casas, nas pontes, nas ruas, em todo o lado essa palavra repetida ao expoente da loucura ora amarga, ora doce, para nos lembrar que o amor é uma doença quando nele julgamos ver a nossa cura

Ornatos Violeta
"Ouvi Dizer"

Não sou grande fan de Ornatos mas hoje deparei-me com isto e cá fiquei.
Quero o meu Verão de volta, quero mentiras novas, quero encurtar o tempo que passamos nos silêncios.

auto-rádio: The Devastations

janeiro 16, 2007

Meca

http://www.littlepeoplemeet.com/
um hi5 "deles"
é caso para dizer <3
vai uma conta?


contra-ordenações: ya voltei...parece que voltamos. O caos está instalado, regressei a casa, no job, no love no glory, no hero in her skies, precisamos de uma estratégia, a música não é da boa, o apetite é pouco, o saldo vai descendo, no fim do mês há movida, fevereiro estreia o balaou, meus amores, vamos pelas ondas

HE WAR...HE WAR - miss Chan M.

janeiro 09, 2007

O Fim


Donovan, Mia Farrow, George, Maharishi, Paul e John


Tomo I
Houve quem desistisse da pontuação. Porque ela acaba. Porque ela divide.
Condiciona-nos a respiração.
Uma frase de um quilómetro é como um mergulho de apneia, esgota-nos. E perdemos-lhe o norte. Sentimos tontura. Voltamos atrás cambaleantes certos que da próxima vez não chegamos tão longe. Cansa, cansa, cansa...

O fim é isso. O fim é o silêncio. É quando respeitosamente, desistimos para podermos enfim ouvir.

NOTA1 :[Os linguistas, os grandes estudiosos da fonética, insistem que o OM ou AUM (sim, o tal da meditação Hindu, Budista, Yoga shit, etc.)é a perfeição máxima em termos de expressão (o sonoro absoluto), a vocalização e a vibração nasalada correspondente conjugam-se centrando a mente num único ponto. Calculo que a sua repetição (no mantra) conduza ao delírio, ahhhhhm, digo iluminação espiritual.]

II Tomo
E o nosso código genético dita-nos o tipo de liberdade que vamos usufruir. Se vamos viver muito ou pouco, com saúde ou não, se temos propensão para o crime ou para o génio ou para o génio do mal. Pensem em determinismo vs. livre arbítrio.
«O nosso destino , está (de facto) escrito.»
Mesmo se não tivermos a humildade para o admitir.
Porque um suicida não cumpre uma vontade: vontade teria o indivíduo de viver entre as restantes criaturas se tivesse escolha. Perguntem-lhe.





PS: Há quase dois meses que ninguém escreve nada por estas bandas.
Não quis desanimar ninguém com o meu post anterior!

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